Será creditado
hoje (10), nas contas das prefeituras brasileiras,
o repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) referente ao 1.º
decêndio do mês de setembro de 2015. O montante será de R$ 1.807.843.332,58, já
descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação
Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Em valores
brutos, isto é, incluindo a retenção do Fundeb, o montante é de R$
2.259.804.165,73.
O primeiro decêndio
de setembro de 2015 será de R$ 2,259 bilhões, enquanto que no mesmo período do
ano anterior o decêndio foi de R$ 3,357 bilhões. Em termos reais, o decêndio
tem uma queda de 38,07% em relação ao ano passado.
Com este novo
repasse, no acumulado de 2015 o FPM apresenta uma queda de 3,92% em termos
reais, somando R$ 58,258 bilhões, enquanto que no mesmo período do ano anterior
o acumulado ficou em R$ 60,633 bilhões. Nesta análise não foram incluídos
repasses extras de janeiro de 2014 e 2015 além do repasse extra de maio de 2015.
Se desconsiderado também o repasse referente ao 0,5% de julho de 2015 a queda
real do fundo é ainda mais expressiva: 5,48%.
Previsão
A previsão, segundo a Secretaria do Tesouro Nacional (STN), é de queda de 2,0% em relação a agosto de 2015 e um crescimento de 1,4% comparado ao mesmo período do ano anterior. Contudo, após a liberação dos valores a serem pagos no 1.° decêndio entende-se que para atingir essas previsões informadas pela STN os próximos decêndios teriam que apresentar valores superiores aos esperados, o que contraria o cenário de crise em que o País se encontra.
A previsão, segundo a Secretaria do Tesouro Nacional (STN), é de queda de 2,0% em relação a agosto de 2015 e um crescimento de 1,4% comparado ao mesmo período do ano anterior. Contudo, após a liberação dos valores a serem pagos no 1.° decêndio entende-se que para atingir essas previsões informadas pela STN os próximos decêndios teriam que apresentar valores superiores aos esperados, o que contraria o cenário de crise em que o País se encontra.
Ressaltamos que
nesta nota não foram incluídos os repasses extras de janeiro de 2014 e 2015 e
também o repasse extra de maio de 2015.
A Confederação
Nacional de Municípios (CNM) mantém o alerta aos gestores que tenham cautela e
prudência na execução de suas despesas. A perspectiva é de queda no repasse
agregado do mês de setembro.


