
O estopim para a
decisão teria sido a insistência do ex-presidente Lula (PT) em “fritá-lo” e a
falta de empenho do Governo Federal em aprovar a CPMF, imposto que é
considerado vital para o ajuste das contas de 2016.
Segundo a
publicação, o tom da carta de Levy é cordial e neutro, mas que pessoas próximas
não descartam a possibilidade de, após a conversar com Dilma, o ministro da
Fazenda permanecer no posto mais um pouco.
Já segundo o Brasil
247, a assessoria de imprensa do Ministério da Fazenda negou informação
divulgada pela coluna Radar, da jornalista Vera Magalhães, de que o ministro
Joaquim Levy teria preparado uma carta de demissão para entregar à presidente
Dilma Rousseff em reunião nesta sexta-feira 16.
Segundo apuração do
jornal Valor Econômico, o ministro não tem intenção de deixar o cargo, embora
as críticas persistentes do PT e do ex-presidente Lula estivessem incomodando
Levy.
Diante da notícia
sobre a permanência do ministro, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa)
acelerou ganhos nesta tarde. Pela manhã, o mercado reagia à informação de que
Levy deixaria o cargo, diante de críticas e da dificuldade de colocar o ajuste
fiscal em prática.