
Durante seu discurso
de abertura, Paulo defendeu a valorização dos saberes tradicionais como
elemento estruturador do desenvolvimento produtivo e econômico do artesanato
local.
“Pernambuco vai
mostrar mais uma vez para o Brasil e para o mundo que essa feira reúne o que há
de melhor em termos de cultura, artesanato e geração de renda. É uma alegria
muito grande para mim, como governador, poder realizar um evento tão grandioso
como este, que vai, com certeza, fomentar a atividade econômica e,
consequentemente, promover o sustento de milhares de pernambucanos”, destacou
Paulo.
Ao lado da
primeira-dama Ana Luiza, das duas filhas, Clara e Helena, e da ex-primeira-dama
Renata Campos, o chefe do Executivo estadual visitou os estandes de cada um dos
mestres artesãos da Alameda dos Mestres.
Uma das novidades
desta edição é o I Salão de Arte Popular Religiosa, no mezanino. Com curadoria
do Frei Rinaldo Pereira, gestor do Museu de Arte Sacra de Pernambuco (Maspe), o
espaço reúne 50 peças que traduzem a pluralidade de representações religiosas
de diversas crenças.
NEGÓCIOS – A Rodada
de Negócios realizada na mostra também foi ampliada, passando de três para 11
dias de atividade. A ação, organizada pelo Sebrae pernambucano, tem o objetivo
de agregar compradores e promover comercialização do artesanato durante a
Fenearte. A expectativa é superar a marca de R$ 5 milhões de negócios gerados
em 2015.
O Serviço de Apoio
às Micro e Pequenas Empresas de Pernambuco também montará o Armazém Sebrae de
Artesanato, onde vai apresentar o trabalho de 22 unidades produtivas de
diversas regiões do Estado, em 18 estandes, com artesanato utilitário,
decorativo e acessórios de moda.