
O empreendimento foi
alvo de uma ação da Polícia Federal, semana passada, que desbaratou um esquema
de corrupção no lote dois da obra, envolvendo o consórcio formado pelas
empresas OAS/Galvão/Barbosa Melo/Coesa, que recebeu R$ 680 milhões pelo
trabalho. De acordo com os investigadores, os empresários utilizaram empresas
de fachada para desviar cerca de R$ 200 milhões recebidos através do Ministério
da Integração Nacional.
Ontem, Dilma recebeu
o apoio de representantes de movimentos sociais, intelectuais e artistas que
são contra o impeachment, mas teve de ouvir deles críticas à condução da
política econômica. A informação é da Agência Estado.