As medidas de ajustes,
que vigora a partir do dia primeiro de novembro, prevê ainda a redução de horas
extras para todos os setores da Administração Municipal, veda carga horária
suplementar, suspende patrocínio de eventos festivos e de vários outros pontos
considerados importantes na redução de custos.
As justificativas do
prefeito para as medidas são, principalmente, a crise econômica que atinge
diretamente os municípios, a queda constante nos repasses do Fundo de
Participação dos Municípios (FPM) e a necessidade de diminuição de gastos para
que os serviços essenciais não sejam prejudicados. “O País vive um momento
delicado. Essas medidas de austeridades são necessárias e vão nos dar fôlego
para equilibrar nossas contas e continuar garantindo à população os serviços
públicos, especialmente, os essenciais como saúde, educação, assistência social
e limpeza urbana”, disse Guga Lins.


