
O estudo foi
realizado pelo Iarc – Agência Internacional de Combate ao Câncer, e tem causado
rebuliço em todo mundo.
No Brasil, a ANVISA
não aprecia a matéria desde 2007, quando estudos realizados deva conta do mal
que a substância causa.
“O lobby da empresa
fabricante é muito grande. É preciso mobilização. É notório o aumento dos casos
de câncer no Brasil. No nosso estado não é diferente. No interior, por exemplo,
próximo às lavouras, é cada vez mais comum a doença em produtores e em suas
famílias”, afirma Novaes.
Foram realizadas
duas audiências públicas. O projeto está em tramitação na Comissão de Justiça.