
A denúncia foi
feita pelo conselho gestor do hospital, principal instrumento de controle
social do segmento que identificou déficits relacionados a recursos humanos,
medicamentos e exames, além da falta de leitos e sobrecarga dos profissionais.
Diante das
denúncias a promotora de justiça do município, Tayjane de Barros, acionou o
CAOP Saúde (Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça em defesa da
Saúde), representado pelo coordenador, o promotor Édipo Soares para através da
reunião estabelecer um diálogo para tentar sanar necessidades do hospital.
Para a promotora os
principais pontos para resolução imediata seriam a questão de compra de
medicamentos, uma vez que o processo licitatório encontra-se em análise, o
pagamento atrasado dos terceirizados e a contratação de profissionais.
Já as questões
estruturais serão identificadas em fiscalizações conjunta do Conselho de
Medicina, Ministério Público, Apevisa, Bombeiros e conselho gestor marcado para
o dia 10 de março na unidade de saúde.