
De acordo com Fernando Melo, a greve acontece por três
motivos: a reforma da previdência, o pagamento do piso salarial e a carta que
foi entregue à secretaria de educação do Estado no último dia 8 de março. O
Estado de suspensão será reavaliada em uma próxima assembleia no dia 19 de
abril.
Na última quarta-feira, 80% dos professores da rede estadual
aderiram a greve, e o número baixou com o passar dos dias. Nesta segunda,
apenas 40% mantinham o posicionamento. Para Fernando esse número é normal, mas
preocupante.